Do profundo de ti, ao teu abraço à terra ou às longínquas polares,
as nossas ações só têm prejudicado a tua capacidade de produzir oxigénio,
de sequestrar carbono e de nos fornecer alimentos e meios de subsistência.
Nem o valor da vida parece alterar respostas.
Governos e empresas, continuam a apostar num modelo económico
baseado no crescimento e no consumo
a qualquer custo para o nosso sustento natural.
O ego centrado, surdo e cego,
ignora que existe “eu” porque existe “nós”.
