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Em ti...

  ...encontro a palavra, solta, invocada. A palavra, ela mesma, que cria a luz do mundo. O eu lírico que mescla o passado no presente, avançando para um futuro sem regresso. O tempo, desconsiderado da passagem, e a casualidade arbitrária dos lugares incomuns. O refúgio da interioridade, num mundo particular, sem a impotência da dor, e a irritação das coisas com direção. A metáfora, como analogia e transferência, enobrecida e ornamentada, apreendendo o universo, personificando-o, antropomorfizando-o, criando a harmonia das relações desconexas.

"O Alentejo não tem sombra senão a que vem do céu"

Trocar os lados de lado

Memórias felizes

Vida colorida

Haja...

Scala

Have you any dreams?

Literatura de Auto-Ajuda

Há mar e mar

Complexo perplexo

Camuflagem

Tempus fugit

Miragem habitada

Sintonia entrelaçada

Memória colorida

Paradoxo

Premissão para aterrar

Livro do Tempo sem Tempo

No alto da fachada

Vida

Actualidade

Heroínas e vilãs sem definição

Memórias

.. let gravity take me ..

A liberdade tem preço

Nasce livre a sorte que não se planta

Do meio da rua viro-me num espaço que o espaço não tem

Expressões de relação

Jarros sem água em dias chuvosos

Quem voa em algum lugar terá de pousar

As cores da chuva

... engano dos sentidos ...

Desencantou-se...

Renascer