Autores e coautores do colapso mundano,
desresponsabilizamo-nos de todos os fogos,
de todas as intempéries,
de todas as mortes, de todo o sagrado profano.
Apoiamos a hipocrisia da guerra,
no jubiloso descanso da distância.
Gritamos mudos de essência.
Condenamos os ausentes,
ausentando-nos,
e os presentes,
ridicularizando-os.
Todo o apocalipse é pessoal,
viral, plural.